postado por bells no dia 23.01.2013

O jornal The New York Post teve a oportunidade de assistir Very Good Girls no Sundance ontem e fez sua review! Esta é a primeira review que o filme recebe! Confiram abaixo:

POSTVGG

PARK CITY – O que inicialmente parece um ligeiro estudo agradável da amizade de duas adolescentes, gradualmente se dissolve em uma implausível crise que é resolvida muito facilmente em “Very Good Girls”. Naomi Foners, uma escritora de 66 anos de idade cujo único crédito exclusivo para qualquer interesse é “Running on Empty” de 1988, e é mais conhecida como a mãe de Jake e Maggie Gyllenhaal, dá seu primeiro passo como uma escritora-diretora. Como muitas entradas de Sundance, “Very Good Girls” parece como uma idéia de uma pessoa velha de como as pessoas novas são.

Dakota Fanning e Elizabeth Olsen são muito melhores do que este fraco material merece. No início, elas ficam nuas na Brighton Beach no Brooklyn e correm em direção ao surf (nenhuma razão é dada, mas eu suponho que isso é feito para se ter uma abertura animada). As duas estão determinadas à perder sua virgindade antes do verão, e de Lilly (Fanning) ir para Yale. (Se alguma informação é dada sobre aonde a personagem de Olsen, Gerry, vai, eu a perdi). Ambas são atingidas pelas luxúria da visão de um cínico vendedor de sorvete que parece Adonis com uma revolta dentro de si( ele se refere à sua produção como “lixo industrial reciclado” e uma de várias declarações sinceras e desmioladas da política de esquerda de Foner). Ele é interpretado pela versão indie de Fabio, chamado Boyd Holbrook. Este loiro, de queixo quadrado, David, é também um artista de rua multicultural que pinta mensagens através da arte stencil em espaços públicos (idéias roubadas de Banksy, menos o senso de humor) e é também sábio e gentil além de seus anos. Em outras palavras, ele é completamente o menino dos sonhos que pertence à um romance.

Ao contrário do que muitos oferecem ao Sundance, muita coisa acontece no filme – a perda da virgindade, adultério, e a morte e assedio sexual leve – mas Foner esqueceu de juntar todas essas coisas num enredo. Em vez disso, é apenas um outro conto do pior e melhor da vida de como as meninas lidam com um pai (Clark Gregg) sendo forçado a sair de casa com as piadas de mau gosto e o seu radicalismo extremo (“Poder para o povo!”), o outro pai, interpretado por Dreyfuss Richard (aqui devo saudar o perfeito elenco). As mães são interpretadas por Demi Moore (que é desperdiçada) e Ellen Barkin (que continua com seu habito de ser estranhamente rabugenta). O chefe assustador de Lily no seu trabalho maçante como guia turístico é interpretado pelo filho de Peter Sarsgaard. Ele esta perdido também.

Emboras as duas sejam melhores amigas, Lily deixa de contar a Gerry que ela esta tendo um caso com David, por medo de ferir seus sentimentos, o que leva a um drama leve e mal-entendidos sem grandes efeitos emocionais. No final, as coisas se resolvem de forma limpa e as garotas (por alguma razão) decidem comemorar tirando a blusa em publico novamente.

Tradução: Gabriela e Isabella – Equipe Dakota Fanning Brasil

Fonte