postado por bells no dia 13.09.2012

Muitas reviews de Now is Good estão saindo! Confira a review feita por Gavin Burke do site Entertainment.ie:

Adaptado do livro Before I Die de Jenny Downham, Now Is Good conta uma história segura e bastante previsível. Mas Fanning, Considine e Williams mantém as coisas assistíveis durante todo o filme.

Diagnosticada com leucemia 4 anos atrás, a garota de 17 anos Tessa (Fanning) aceita que sua doença é terminal e, em vez de gastar seu tempo restante doente, para de fazer quimioterapia contra a vontade de seu pai (Considine). Determinada a aproveitar a vida enquanto pode, Tessa fez uma lista de coisas que quer fazer antes de partir: furtar, ter relações sexuais, usar drogas, etc. Sua melhor amiga Zoey (Kaya Scodelario) pode ajudá-la a furtar, enquanto seu vizinho Adam (Irvine) ficaria muito feliz em ajudá-la com o desejo de ter relações sexuais. Com lábia, camiseta apertada, cabelo perfeito e uma moto, esse garoto é o candidato apropriado, mas se apaixonar não fazia parte da lista..

Fanning não apareceu em nenhum filme desde 2010, em Eclipse – da saga Crepúsculo, mas em Now Is Good, com o corte de cabelo da Jean Seberg, parece que ela tem as qualidades de uma atriz madura. Apesar de ter praticamente apenas uma expressão durante todo o filme, Fanning tem talento suficiente para interpretar seu primeiro papel realmente dramático e consegue evitar as acusações de que Tessa é uma criança mimada.

A mãe distante, interpretada por Olivia Williams, personagem que evita se envolver com os assuntos sobre a morte, acaba percebendo o que está fazendo, confronta a si mesma e enfrenta o que está acontecendo com a sua filha. Ela pode usar um penteado que distrai, mas Williams mostra mais uma vez que pode atuar interpretando qualquer papel, por menos que ela faça. Enquanto a mãe não se esforça, o pai se esforça demais. Condsine é o melhor no filme, o que não é difícil de se acreditar, interpretando o pai que está passando por um inferno emocional: ele quer que sua filha tenha uma vida plena enquanto pode, mas ao mesmo tempo quer que ela dependa dele e tem um pouco de ciúmes do tempo que ela gasta com o vizinho. “Você não ficará feliz enquanto eu não estiver doente no sofá deitada no seu colo,” Tessa diz ao pai enquanto ele detesta admitir que ela está certa.

Tirando uma estranha cena “hollywoodiana” no filme – a qual é emocionante apesar do dano criminoso e descarado que ela implica -, os personagens são decentes mas podem ser egoístas, carentes e ciumentos em determinadas situações. E só porque você está morrendo, isto não significa que você não tenha desejos sexuais. Essa é uma história humana.
Embora não haja surpresas e o fato de que o roteirista e diretor Ol Parker (diretor de Imagine Eu e Você e roteirista de O Exótico Hotel Marigold) nunca será reconhecido por ser inovador, não há como negar o golpe emocional do último ato. Parker nos tortura com a sentimentalidade da última cena. Mas é isso o que ele quer fazer e você teria que ter um coração de pedra para não ficar comovido quando Fanning e Irvine planejam uma vida a qual eles suspeitam nunca ter a chance de viver.

3 de 5 estrelas

Fonte | Tradução: Letícia Solia – Equipe Dakota Fanning Brasil

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